Soneto Natalino
É quase meia noite, hora,
De mais um alegre Natal.
Num berço, sem demora,
Brilho de pérola celestial.
Em desfile uma multidão,
De fiéis.seguindo à igreja.
À missa do galo, tradição.
Outro Natal! Benvindo seja.
O cristalino som flui do sino,
Novo Natal alegre anuncia.
De Maria e José, filho divino.
Sobre o infante luz fulgente,
Mostra a criança que nascia.
Na pequena Belem no oriente!
Pedro Miguel
Academia Itanhaense de Letras
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