sábado, 18 de dezembro de 2010

POESIA

Soneto Natalino

É quase meia noite, hora,
De mais um alegre Natal.
Num berço, sem demora,
Brilho de pérola celestial.

Em desfile uma multidão,
De fiéis.seguindo à igreja.
À missa do galo, tradição.
Outro Natal! Benvindo seja.

O cristalino som flui do sino,
Novo Natal alegre anuncia.
De Maria e José, filho divino.

Sobre o infante luz fulgente,
Mostra a criança que nascia.
Na pequena Belem no oriente!


Pedro Miguel

Academia Itanhaense de Letras

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