sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Geração Anos 80


Arnaldo Antunes, Nando Reis e 
Charles Gavin podem voltar ao Titãs

    A ideia é comemorar os 30 anos da fundação da banda, que atualmente conta apenas com Branco Mello (vocal), Sérgio Britto (teclados), Paulo Miklos (vocal) e Tony Bellotto (guitarra) da formação original; os fãs sentirão apenas a falta do guitarrista Marcelo Fromer, que morreu atropelado em 2011

Ex-integrantes do Titãs, Arnaldo Antunes (vocal), Nando Reis (baixo) e Charles Gavin (bateria), podem voltar ao Titãs em 2012. A ideia é comemorar os 30 anos da fundação da banda, que atualmente conta apenas com Branco Mello (vocal), Sérgio Britto (teclados), Paulo Miklos (vocal) e Tony Bellotto (guitarra) da formação original.
O projeto ainda busca patrocínio, mas já é alvo de cobiça de canais de TV.

sábado, 10 de setembro de 2011

Crônicas itanhaenses

Rios e praias. Nenhum bicho


André Caldas

Dizem que a grande vantagem de quem mora no litoral é a proximidade com a natureza. Com as praias, rios e matas. Médicos garantem que faz bem para a saúde, porque o ar é mais puro e o ritmo de vida é mais lento. Acho que parou por aí, porque, dependendo do ponto de vista, residir nas cidades aqui no Litoral Sul é mais adequado apenas para quem já está de olho na aposentadoria. Para quem já começa a tirar o pé do acelerador.
A dita proximidade com a natureza está se tornando uma propaganda enganosa. Até quem mora nas áreas mais afastadas reclama que só vê mesmo, quando muito, passarinhos. E dos tipos mais comuns, os sabiás e bem-te-vis. Não sobrou nada dos animais silvestres que invadiam as chácaras e sítios. Quando pequeno, no Gaivota, me lembro muito bem do contato diário com toda sorte de bichos do mato, tatus, saguis e teiús. Espalhávamos pedaços de goiaba, banana, couve e cenoura em vários cantos da chácara. E do alto do telhado a garotada curtia a fauna passear pelo quintal.
Só que depois a gente ouvia a bronca dos velhos avós, porque, eles diziam, para cada bicho desses que vêm aqui, vem uma onça atrás. “Avisem seus tios quando forem fazer isso, porque eles têm espingarda e só eles podem afastar os gatos-do-mato”, ensinava o velho Monteiro.
O grande mal dos tempos modernos é a ganância exasperada por riquezas, garantias e os ditos direitos. Não sei se é direito de alguém acabar com a natureza, erradicar bichos, pássaros e plantas nativas em detrimento do bem estar de um pequeno grupo. Dá, na minha opinião, para compartilhar e viver bem, de forma harmoniosa, homens e bichos.
Talvez seja porque a cidade cresce de modo estranho, disforme. De uns tempos para cá, virou mania o sujeito comprar um terreno lá no fim do mundo, erguer uma casa num lote onde só se chega por um caminho no mato. Aí passa a exigir que as autoridades abram a rua, derrubem árvores,  leve água, luz, ônibus na porta. Acho que se o cara optou por comprar um terreno num local tão distante e tão próximo da natureza, devia mais é rejeitar qualquer coisa que rime com progresso.
Porque estes e seus filhos, geralmente, são os primeiros a apoiar as denúncias de que a Mata Atlântica, aqui na região, está morrendo. Ora, e qual foi o papel deles?
Outra coisa é o costume de quem tem casa nos chamados bairros ricos da cidade de erradicar jardins para cimentar tudo. Economiza com o jardineiro, poda, faxineira, alegam eles. A maioria desses proprietários é paulistana que só vem à cidade no fim do ano. Deveria ter uma lei que obrigasse esses quatrocentões paulistanos a manterem com grama a calçada de suas casas no litoral.
Quando morei no Ieda na virada dos anos 70 e 80, não queríamos que a rua tivesse calçamento. Nem que mais ruas fossem abertas nas picadas no mato, que eram os caminhos que seguíamos para conferir o resultado das nossas arapucas para atrair coleirinhas e tiês-fogo, que soltávamos logo em seguida, apenas pelo prazer de segurar com as mãos tão belas aves. Por esses caminhos, alcançávamos o Rio do Poço, onde já nos aguardavam puçás com um ou dois quilos de pitús.
Não sei onde vai parar tudo isso. Nem como vai acabar. De natureza, mesmo, só as praias. Bicho, nenhum.

Livros mais vendidos

1o - Ágape
(Padre Marcelo Rossi) - GLOBO LIVROS
2o- A Cabana
(William P. Young) - ED. SEXTANTE
3o- A vida sabe o que faz
(Zíbia Gaspareto) - ED. VIDA E CONSCIÊNCIA
4o- Querido John
(Nicolas Sparks) - ED. NOVO CONCEITO
5o- A última música
(Nicolas Sparks) - ED. NOVO CONCEITO
6o- Crônicas de Gelo e Fogo, A Guerra dos Tronos, Vol.1
(George R.R. Martin) - ED. LEYA
7o - Diário de um banana, Vol. 1
(Jeff Kinney) - ED. VERGARA & RIBA
8o- Querido diário otário, Vol. 1
(Jim Benton) - ED. FUNDAMENTO
9o- Herói perdido
(Rick Riordan) - ED. INTRÍNSECA
10o- Guia politicamente incorreto da América Latina
(Leandro Narloch) - ED. LEYA

Fonte: Livraria Nobel
LITORAL PLAZA SHOPPING

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Peça teatral Pinóquio em Peruíbe e Mongaguá



A peça teatral Pinóquio será apresentada na região nesta semana. Em Mongaguá, será no dia 10, no Teatro Ronaldo Ciambroni. Em Peruíbe, será no dia 11, no Núcleo da Terceira Idade.
No conto original do clássico Pinóquio, esta montagem trata da história do boneco de madeira, esculpido pelo bondoso velho Gepeto, que ajudado por uma boa fada consegue dar vida e transformá-lo num menino de verdade. Mas o menino boneco, passa então a viver grandes aventuras, e tal como a fada havia lhe prometido, seu nariz cresce quando ele mente.
Se envolver em grandes enrascadas, acaba por mentir para o papai Gepeto, e sofre nas mãos de um maldoso e explorador de crianças. No final, acaba perdoado pela fada, e após muitas peripécias, acaba por descobrir a importância de falar sempre a verdade.


Ficha Técnica:
Adaptação e Direção: Ivan Vilabella
Musicas: Gustavo Ferreira
Elenco: Renan Goldenberg, Luna Gonçalves, Dayanne Mendes e Whashington Lins

EM MONGAGUÁ
SERVIÇO:
Censura: Livre - Gênero - Infantil
Teatro Ronaldo Ciambroni – Centro Cultural Raul Cortez
Av. São Paulo, 3465 – Vera Cruz – Mongaguá – Informações: 3507-5477
Única apresentação - Sábado, dia 10 de setembro às 16 horas
Duração - 60 minutos - Lotação: 320 lugares
Ingressos: R$ 24,00 inteira – R$ 12,00 meia-entrada

EM PERUÍBE
SERVIÇO: 
Censura: Livre - Gênero - Infantil
Núcleo da Terceira idade - Av Padre Anchieta, 995 – Centro – Peruíbe
Infs: 13 3455-5263 e 3453-4289
Única apresentação - Domingo, dia 11 de setembro às 11 horas
Duração - 60 minutos - Lotação: 320 lugares
Ingressos: R$ 24,00 inteira – R$ 12,00 meia-entrada

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Folha de SP

Há 50 Anos


Acervo UH- 16.set.1959/Folha Imagem

Policiais examinam saco com ossos encontrados em local que pode ter sido um cemitério indígena, em Itanhaém

Ossadas indígenas são achadas
DO BANCO DE DADOS

Operários que trabalhavam no loteamento Marazul, próximo a Suarão, em Itanhaém (SP), chamaram a polícia após localizar ontem diversos ossos semienterrados no solo.
Segundo o delegado Reinaldo Pereira, estima-se que os ossos sejam de índios, pois foram encontrados no local dentes de onça, utilizados como adorno indígena, e arcadas dentárias com os dentes serrados. Uma área de 100 m2 foi isolada. Os esqueletos, que se calculam em mais de dez, foram enviados ao Gabinete Médico Legal da cidade. ("Folha da Tarde", 17/9/1959)